Estar sozinho é diferente: Mais frio, mais quente, distinto. Sente-se tudo, não há os mesmos alívios de se estar junto. A vida é mais pontuada, cada pausa conta, cada novo acento ou silaba tônica.
  Ouço meu silêncio. Não há percalços em meu descanso além daqueles criados por mim. Estou estressado, confuso, em meio a transformações.
  A vontade é clara: Gritar, atirar, dilacerar e chorar. Mas minhas limitações não me permitem. Limitações imaginárias , facilmente questionadas e superadas, mas tão fincadas, tão profundas que sua queda levaria um pedaço de mim.
  Talvez o esvaziamento de minha parte cinzenta possibilite meu crescimento. Estou disposto a descobrir.

Bruno Norbert de Holanda

 Estar sozinho é diferente: Mais frio, mais quente, distinto. Sente-se tudo, não há os mesmos alívios de se estar junto. A vida é mais pontuada, cada pausa conta, cada novo acento ou silaba tônica.

  Ouço meu silêncio. Não há percalços em meu descanso além daqueles criados por mim. Estou estressado, confuso, em meio a transformações.

  A vontade é clara: Gritar, atirar, dilacerar e chorar. Mas minhas limitações não me permitem. Limitações imaginárias , facilmente questionadas e superadas, mas tão fincadas, tão profundas que sua queda levaria um pedaço de mim.

  Talvez o esvaziamento de minha parte cinzenta possibilite meu crescimento. Estou disposto a descobrir.

Bruno Norbert de Holanda

Uma Distinta Madrugada
Em meio a minha epopeia perdi meu eu, tornei-me herói, esquecendo-me de que sou homem, frágil e falho. E em meus devaneios criei vilões, abstratos, porém reais como meus medos.
Contando meus passos, e perdendo-me em minhas ilusões, o caminho a seguir era permeado por minhas paranoias e cada canto do meu ser tornava-se mais e mais obscuro. Meu ímpeto, antes puro, era corroído pelas fraquezas que o tempo trazia a mim.
Saciando os desejos de minha alma, fui arrogante, não possui a destreza para mesurar minhas falhas e enfrentar minha metódica forma de vida. Minha respiração cessou ao encontro de novas possibilidades.
Seguir em frente era inerente ao meu ser, no entanto, eu podia ouvir o leve palpitar de meu coração negando meu intrínseco destino; e o som do meu viver se tornava cada vez mais abafado e turbulento. Pude sentir a música que regrava minha existência chegar ao fim, e enquanto seus últimos acordes eram tocados, todos eles me gritavam a mesma palavra; morte.
A fuga era impossível, a tentativa mortal, preso no destino formado por um pesadelo infantil rodeado por sombras. Minha mão se estendeu a algum lugar além, agarrei o vento, abracei o cheiro de vida. Dormi aos pés do sol.
Ao despertar, senti a luz do luar iluminar minha face, e o som dos pássaros ao redor iluminar meu ser, a grama fresca que acolhia meu jazido corpo, era como o abraço da mais doce dama que eu pudesse imaginar. Continuava perdido, mas não estava mais inebriado pelas minhas próprias desilusões.
Suavemente me acolhi no toque de minha aclamada, indefesa, donzela; Dona de meus lábios ressecados e de meus olhos úmidos, fortaleza em minha inebriante jornada. Minha senhora me deixava aos poucos, adormecendo ao nascer do grande pai. Cansado, amei. Sorri e me desprendi de meu temor. Não havia mais medo, apenas lembranças de um longo sonho, forte, passageiro e imprudente com meus sentimentos.
Bruno Norbert de Holanda e Vick Andrade

Uma Distinta Madrugada

Em meio a minha epopeia perdi meu eu, tornei-me herói, esquecendo-me de que sou homem, frágil e falho. E em meus devaneios criei vilões, abstratos, porém reais como meus medos.

Contando meus passos, e perdendo-me em minhas ilusões, o caminho a seguir era permeado por minhas paranoias e cada canto do meu ser tornava-se mais e mais obscuro. Meu ímpeto, antes puro, era corroído pelas fraquezas que o tempo trazia a mim.

Saciando os desejos de minha alma, fui arrogante, não possui a destreza para mesurar minhas falhas e enfrentar minha metódica forma de vida. Minha respiração cessou ao encontro de novas possibilidades.

Seguir em frente era inerente ao meu ser, no entanto, eu podia ouvir o leve palpitar de meu coração negando meu intrínseco destino; e o som do meu viver se tornava cada vez mais abafado e turbulento. Pude sentir a música que regrava minha existência chegar ao fim, e enquanto seus últimos acordes eram tocados, todos eles me gritavam a mesma palavra; morte.

A fuga era impossível, a tentativa mortal, preso no destino formado por um pesadelo infantil rodeado por sombras. Minha mão se estendeu a algum lugar além, agarrei o vento, abracei o cheiro de vida. Dormi aos pés do sol.

Ao despertar, senti a luz do luar iluminar minha face, e o som dos pássaros ao redor iluminar meu ser, a grama fresca que acolhia meu jazido corpo, era como o abraço da mais doce dama que eu pudesse imaginar. Continuava perdido, mas não estava mais inebriado pelas minhas próprias desilusões.

Suavemente me acolhi no toque de minha aclamada, indefesa, donzela; Dona de meus lábios ressecados e de meus olhos úmidos, fortaleza em minha inebriante jornada. Minha senhora me deixava aos poucos, adormecendo ao nascer do grande pai. Cansado, amei. Sorri e me desprendi de meu temor. Não havia mais medo, apenas lembranças de um longo sonho, forte, passageiro e imprudente com meus sentimentos.

Bruno Norbert de Holanda e Vick Andrade

Não faz sentido lembrar de quem amei. Aqueles sentimentos perderam seu lugar, se esconderam em um passado distante. 
Nossas músicas já não são mais nossas, são apenas músicas…
 Lembrar de você de noite já não é mais romântico, é apenas rotineiro, uma lembrança do que fiz, de meu passado.
Quem era aquele que te amou? 
Ele deve ter se sufocado em dores, seguido em frente, fugido.
Eu não sou ele! tenha ele sido quem for. 
Sou uma outra pessoa… Uma que também ama, mas ama alguém que não é você. 
Mas quem foi você? Quem é você agora? 
São pensamentos de mais para uma noite.
BRUNO NORBERT DE HOLANDA

Não faz sentido lembrar de quem amei. Aqueles sentimentos perderam seu lugar, se esconderam em um passado distante.

Nossas músicas já não são mais nossas, são apenas músicas…

Lembrar de você de noite já não é mais romântico, é apenas rotineiro, uma lembrança do que fiz, de meu passado.

Quem era aquele que te amou? 

Ele deve ter se sufocado em dores, seguido em frente, fugido.

Eu não sou ele! tenha ele sido quem for.

Sou uma outra pessoa… Uma que também ama, mas ama alguém que não é você.

Mas quem foi você? Quem é você agora? 

São pensamentos de mais para uma noite.

BRUNO NORBERT DE HOLANDA

 Meu coração aperta forte, meus olhos parecem perdidos sem saber para onde olhar. Minha boca seca já há algum tempo, minhas mãos nervosas, dedos trêmulos e um vazio. Escrever se torna um desafio, apagando e deletando tudo que parece insatisfatório, mas tudo parece insatisfatório… a poesia já não mais romântica, começa a ganhar uma tonalidade parnasiana, incolor, desforme, que não se recorda de mim.
  Talvez eu esteja pensando de mais, refletindo sobre o que eu deveria aceitar. Não, são as respostas quem devem estar erradas…
BRUNO NORBERT DE HOLANDA

 Meu coração aperta forte, meus olhos parecem perdidos sem saber para onde olhar. Minha boca seca já há algum tempo, minhas mãos nervosas, dedos trêmulos e um vazio. Escrever se torna um desafio, apagando e deletando tudo que parece insatisfatório, mas tudo parece insatisfatório… a poesia já não mais romântica, começa a ganhar uma tonalidade parnasiana, incolor, desforme, que não se recorda de mim.

  Talvez eu esteja pensando de mais, refletindo sobre o que eu deveria aceitar. Não, são as respostas quem devem estar erradas…

BRUNO NORBERT DE HOLANDA

E se eu já soubesse de todos os erros que eu viria a cometer, de todas as falhas de meu caráter, e se eu soubesse de você?
Me pergunto se sabendo de você eu teria vindo tão longe, pois no momento que você passou a existir para mim, não existia outra chama, outra vontade. Sempre foi nós dois. Sem você não existiria sentido, apenas o sentido de busca-la. 
A vida se tornou uma viajem quando amei, toda feita de pequenos pedaços, desejos e sonhos, como um filme. Mas desconheço a trama, não sei o que pode acontecer, é sempre uma surpresa.
As decepções vieram, assim como a força para seguir, mas existiram momentos difíceis, talvez de mais pra suportar, e nos matou um pouco, cada vez mais e mais, nos deixando sem nós, sobrando pessoas que desconhecemos e não queremos.
E no desespero das lágrimas, no medo do escuro e já sentindo o frio, a solidão, eu vi, tenho certeza que vi, enxerguei uma luz tão forte quanto a vida, mas ela não estava a minha frente ou ao meu redor, estava em minhas lembranças, na memória do primeiro beijo, abraço e desejo, no nosso sorriso.
Fizemos nosso trajeto a nossa imagem e semelhança, forte e belo, mas os encalços da vida se tornaram de mais. 
De mais para sermos fracos… 
Então seremos fortes, pois nem a vida, nem os céus, nem o passado, nem o presente ou futuro poderão me deixar distante, a saudade que sinto faz-me lembrar de você e não vou deixa-la ir, não temos para onde partir, fizemos de nosso amor nosso lar, e o desabrigo vai acabar, amanhã ou não, cedo ou tarde, a luz virá.
Eu te amo.
Eu vou te esperar. Vou te esperar a cada Hoje que vier, pois o ontem se foi e o amanhã pode não chegar. E esperarei no mesmo lugar, na mesma sintonia, da mesma forma, com os mesmos lábios, calor e amor. Eu te amo.
Bruno Norbert de Holanda 
Para : Pamela Rodrigues
” A felicidade só é verdadeira quando partilhada. “

E se eu já soubesse de todos os erros que eu viria a cometer, de todas as falhas de meu caráter, e se eu soubesse de você?

Me pergunto se sabendo de você eu teria vindo tão longe, pois no momento que você passou a existir para mim, não existia outra chama, outra vontade. Sempre foi nós dois. Sem você não existiria sentido, apenas o sentido de busca-la. 

A vida se tornou uma viajem quando amei, toda feita de pequenos pedaços, desejos e sonhos, como um filme. Mas desconheço a trama, não sei o que pode acontecer, é sempre uma surpresa.

As decepções vieram, assim como a força para seguir, mas existiram momentos difíceis, talvez de mais pra suportar, e nos matou um pouco, cada vez mais e mais, nos deixando sem nós, sobrando pessoas que desconhecemos e não queremos.

E no desespero das lágrimas, no medo do escuro e já sentindo o frio, a solidão, eu vi, tenho certeza que vi, enxerguei uma luz tão forte quanto a vida, mas ela não estava a minha frente ou ao meu redor, estava em minhas lembranças, na memória do primeiro beijo, abraço e desejo, no nosso sorriso.

Fizemos nosso trajeto a nossa imagem e semelhança, forte e belo, mas os encalços da vida se tornaram de mais. 

De mais para sermos fracos… 

Então seremos fortes, pois nem a vida, nem os céus, nem o passado, nem o presente ou futuro poderão me deixar distante, a saudade que sinto faz-me lembrar de você e não vou deixa-la ir, não temos para onde partir, fizemos de nosso amor nosso lar, e o desabrigo vai acabar, amanhã ou não, cedo ou tarde, a luz virá.

Eu te amo.

Eu vou te esperar. Vou te esperar a cada Hoje que vier, pois o ontem se foi e o amanhã pode não chegar. E esperarei no mesmo lugar, na mesma sintonia, da mesma forma, com os mesmos lábios, calor e amor. Eu te amo.

Bruno Norbert de Holanda 

Para : Pamela Rodrigues

” A felicidade só é verdadeira quando partilhada. “

 O tempo parece meu inimigo, foge de mim. Não temos tempo para ficarmos juntos, mas da mesma forma o tempo não passa para que fiquemos. 
 E não quero me sentir como me sinto, quero ir para o lugar onde nos amamos e esquecer o tempo passar, viajar em nossa respiração, no quadro que pintarmos com nossos braços e corpos.
 Quero fazer nossa música, mas ela não deve ter limites, não deve ter início ou fim, quero simplesmente canta-lá, sem refrão, sem ponte, sem ritmo. Por que não quebrar as regras? 
 Fazer de nosso jeito, enfrentar todos os limites e se não pudermos, que façamos como o tempo faz conosco: fugiremos deles. Correremos tão rápido quanto pudermos para que as leis e a realidade não possam nos alcançar.
 Sairemos do fundo de nossa alma e gritaremos, mostraremos quem somos, nossa realidade, abriremos as janelas de nosso eu, abriremos as portas, mesmo que só para nós, mesmo que só por um 1 segundo. Mas o que é um segundo quando já tivermos esquecido do tempo?
 Não se atenha a nada, viaje comigo, se entregue, não pense, apenas venha, lute quando necessário, mas ainda assim, se deixe levar. 
 E quando esquecer de respirar, de se mexer, quando o fogo queimar e não mais sentir, quando o tempo parar de fugir por não existir, estaremos então, no ápice de nossa paixão.
BRUNO NORBERT DE HOLANDA
Vamos tomar nosso tempo…

 O tempo parece meu inimigo, foge de mim. Não temos tempo para ficarmos juntos, mas da mesma forma o tempo não passa para que fiquemos.

 E não quero me sentir como me sinto, quero ir para o lugar onde nos amamos e esquecer o tempo passar, viajar em nossa respiração, no quadro que pintarmos com nossos braços e corpos.

 Quero fazer nossa música, mas ela não deve ter limites, não deve ter início ou fim, quero simplesmente canta-lá, sem refrão, sem ponte, sem ritmo. Por que não quebrar as regras? 

 Fazer de nosso jeito, enfrentar todos os limites e se não pudermos, que façamos como o tempo faz conosco: fugiremos deles. Correremos tão rápido quanto pudermos para que as leis e a realidade não possam nos alcançar.

 Sairemos do fundo de nossa alma e gritaremos, mostraremos quem somos, nossa realidade, abriremos as janelas de nosso eu, abriremos as portas, mesmo que só para nós, mesmo que só por um 1 segundo. Mas o que é um segundo quando já tivermos esquecido do tempo?

 Não se atenha a nada, viaje comigo, se entregue, não pense, apenas venha, lute quando necessário, mas ainda assim, se deixe levar.

 E quando esquecer de respirar, de se mexer, quando o fogo queimar e não mais sentir, quando o tempo parar de fugir por não existir, estaremos então, no ápice de nossa paixão.

BRUNO NORBERT DE HOLANDA

Vamos tomar nosso tempo…

As vezes fico sozinho de noite, pensando em tudo, em meu tudo, em nós dois. Penso tanto em te ligar, mesmo sabendo que você está dormindo e cansada depois de um dia longo. Não quero acordá-la.
E fica tudo assim tão estranho sem você, sem sua voz, seu toque, seu sorriso. E como sinto falta de seu sorriso… É tão fácil te fazer sorrir, algumas piadas sem graça, uma brincadeira boba e você já me faz ganhar o dia, me mostra que é impossível não ama-la.
Agora tenho uma foto de nós dois em um porta retrato, mas ela parece ter se aliado a minha saudades e me tortura um pouco mais a cada vez que olho pra ela, me lembra que você está distante, fora de meu alcance.
Fico procurando um motivo pra fugir. Fugir para teus braços.
Ainda me assusto quando você é mulher de mais, me lembra de como eu sou garoto, me deixa sem chão e a merce das suas decisões, não consigo contestar uma mulher tão forte, cheia de si, tão linda, carinhosa, tão minha.
É engraçado como ainda faltam alguns dias para fazermos 6 meses e você fala como estamos próximos de fazer 1 ano, como você me olha por minutos sem parar, sem dizer nada, só para dizer que me acha lindo. Uma beleza que nem eu consigo enxergar. É engraçado como tantas vezes você disse não saber poesia, quando na verdade você é poesia, a própria idealização da mulher perfeita. Você é meu sonho.
Tenho medo de acordar. Mas que então como a chuva há de passar, esse sonho não tem que acabar, não deve, não pode. Eu preciso dele, eu preciso de você.
Bruno Norbert de Holanda

As vezes fico sozinho de noite, pensando em tudo, em meu tudo, em nós dois. Penso tanto em te ligar, mesmo sabendo que você está dormindo e cansada depois de um dia longo. Não quero acordá-la.

E fica tudo assim tão estranho sem você, sem sua voz, seu toque, seu sorriso. E como sinto falta de seu sorriso… É tão fácil te fazer sorrir, algumas piadas sem graça, uma brincadeira boba e você já me faz ganhar o dia, me mostra que é impossível não ama-la.

Agora tenho uma foto de nós dois em um porta retrato, mas ela parece ter se aliado a minha saudades e me tortura um pouco mais a cada vez que olho pra ela, me lembra que você está distante, fora de meu alcance.

Fico procurando um motivo pra fugir. Fugir para teus braços.

Ainda me assusto quando você é mulher de mais, me lembra de como eu sou garoto, me deixa sem chão e a merce das suas decisões, não consigo contestar uma mulher tão forte, cheia de si, tão linda, carinhosa, tão minha.

É engraçado como ainda faltam alguns dias para fazermos 6 meses e você fala como estamos próximos de fazer 1 ano, como você me olha por minutos sem parar, sem dizer nada, só para dizer que me acha lindo. Uma beleza que nem eu consigo enxergar. É engraçado como tantas vezes você disse não saber poesia, quando na verdade você é poesia, a própria idealização da mulher perfeita. Você é meu sonho.

Tenho medo de acordar. Mas que então como a chuva há de passar, esse sonho não tem que acabar, não deve, não pode. Eu preciso dele, eu preciso de você.

Bruno Norbert de Holanda

A chuva cai e machuca. Leva um pouco de nós. Mas nos beijamos, tornamos tudo em alguma coisa mais bela, feridos, porém de pé.
Esperamos o céu sair e mais uma vez nos abraçar, nos mostrar a imensidão de escolha e a grandeza do futuro.
Pois sabemos que não pode chover para sempre, que as nuvens se abrirão para que possamos olhar as estrelas, e as veremos brilhar, compartilharemos histórias e lágrimas do longo período, nossa força, nosso desejo de de vida, nosso amor.
Sempre soubemos que não seria fácil, e ninguém nunca disse ao contrário, mas não sabíamos que a chuva viria.
E continuarei buscando respostas, para que o dia em que nosso amor não seja suficiente não chegue, o dia em que distância alimentará ainda mais a saudade, já obesa do temporal.
Mas não me preocupo, porque enquanto possuirmos lábios, olhos, ouvidos e mãos, não tenho o que temer. Pois poderei segura-lá firme, olha-lá nos olhos ouvi-lá sussurrar e beija-lá, e essa será a resposta.
Estamos molhados e pesados, mas a chuva há de passar…
Bruno Norbert de Holanda

A chuva cai e machuca. Leva um pouco de nós. Mas nos beijamos, tornamos tudo em alguma coisa mais bela, feridos, porém de pé.

Esperamos o céu sair e mais uma vez nos abraçar, nos mostrar a imensidão de escolha e a grandeza do futuro.

Pois sabemos que não pode chover para sempre, que as nuvens se abrirão para que possamos olhar as estrelas, e as veremos brilhar, compartilharemos histórias e lágrimas do longo período, nossa força, nosso desejo de de vida, nosso amor.

Sempre soubemos que não seria fácil, e ninguém nunca disse ao contrário, mas não sabíamos que a chuva viria.

E continuarei buscando respostas, para que o dia em que nosso amor não seja suficiente não chegue, o dia em que distância alimentará ainda mais a saudade, já obesa do temporal.

Mas não me preocupo, porque enquanto possuirmos lábios, olhos, ouvidos e mãos, não tenho o que temer. Pois poderei segura-lá firme, olha-lá nos olhos ouvi-lá sussurrar e beija-lá, e essa será a resposta.

Estamos molhados e pesados, mas a chuva há de passar…

Bruno Norbert de Holanda

Existem tantas formas de dizer ” Eu te amo! ” … Eu poderia usar flores, mas já é tarde, não tenho onde as comprar, poderia tentar tocar uma música, mas arrebentaram as cordas do violão ( mentira, só não sei tocar… ), não sei o que fazer para mostrar que te amo… Um texto bobo e mal feito no meu tumblr serve?
É… Antes que eu esqueça, rs. TE AMO!
Não somos, sem dúvida alguma, o casal mais perfeito do mundo, mas que continuemos assim, com defeitos a serem resolvidos, problemas a serem acertados, medos a serem sanados. Pois para cada problema, medo ou defeito, teremos um acerto, uma certeza, um pouco mais de carinho, um amor maior.
Te amo meu bebê, não pude passar tudo que eu quis, nem próximo disso, mas ainda haverão muitos textos que tentarão, mesmo sem sucesso, rs.

Existem tantas formas de dizer ” Eu te amo! ” … Eu poderia usar flores, mas já é tarde, não tenho onde as comprar, poderia tentar tocar uma música, mas arrebentaram as cordas do violão ( mentira, só não sei tocar… ), não sei o que fazer para mostrar que te amo… Um texto bobo e mal feito no meu tumblr serve?

É… Antes que eu esqueça, rs. TE AMO!

Não somos, sem dúvida alguma, o casal mais perfeito do mundo, mas que continuemos assim, com defeitos a serem resolvidos, problemas a serem acertados, medos a serem sanados. Pois para cada problema, medo ou defeito, teremos um acerto, uma certeza, um pouco mais de carinho, um amor maior.

Te amo meu bebê, não pude passar tudo que eu quis, nem próximo disso, mas ainda haverão muitos textos que tentarão, mesmo sem sucesso, rs.

É tão difícil não ser assim, imperfeito. Deixar de ter defeitos, tornar-me mais flexível e aderir ao bom senso, é difícil saber que posso sorrir, mas não querer, simplesmente para chamar atenção ou por achar que não é hora. Quando é hora? A hora não é toda hora.
As vezes ainda me sinto criança, mimado. Chorando por receber um não, infeliz por uma recusa, perdendo momentos pela falta de improvisação, sem a percepção de que tudo é falho e se transforma. Sinto-me Imaturo.
Rir torna-se opção quando o planejado se expõe como frágil e talvez inviável. Gozar do momento torna-se opção quando nada sai como deveria. A razão é ser imprevisível.  
Não quero usar mascaras, fingir ser o que não sou. Quero tornar-me melhor, mergulhar nas opções que se abrem sem me atormentar por não terem sido as escolhas esperadas, quero me jogar. 
Quebra-se o mundo, mas apenas quando as falhas são enxergadas com olhos rugosos e cansados, sem a opção de se virar e continuar em frente, de dar as costas ao destino e viver tudo novamente. Meus olhos ainda podem ver longe.
É tudo tão diferente quando se ama. Muito muda, muito se cria, mas nem tudo se preserva.
A exaustão não deveria existir quando ainda posso criar, o medo é simbólico, assim como a raiva, são apenas instintos guardados por convenção, necessários, mas não agora, agora não os quero. Agora, Quero viver, sorrir, ser homem, ser sereno… 
BRUNO NORBERT DE HOLANDA

É tão difícil não ser assim, imperfeito. Deixar de ter defeitos, tornar-me mais flexível e aderir ao bom senso, é difícil saber que posso sorrir, mas não querer, simplesmente para chamar atenção ou por achar que não é hora. Quando é hora? A hora não é toda hora.

As vezes ainda me sinto criança, mimado. Chorando por receber um não, infeliz por uma recusa, perdendo momentos pela falta de improvisação, sem a percepção de que tudo é falho e se transforma. Sinto-me Imaturo.

Rir torna-se opção quando o planejado se expõe como frágil e talvez inviável. Gozar do momento torna-se opção quando nada sai como deveria. A razão é ser imprevisível.  

Não quero usar mascaras, fingir ser o que não sou. Quero tornar-me melhor, mergulhar nas opções que se abrem sem me atormentar por não terem sido as escolhas esperadas, quero me jogar. 

Quebra-se o mundo, mas apenas quando as falhas são enxergadas com olhos rugosos e cansados, sem a opção de se virar e continuar em frente, de dar as costas ao destino e viver tudo novamente. Meus olhos ainda podem ver longe.

É tudo tão diferente quando se ama. Muito muda, muito se cria, mas nem tudo se preserva.

A exaustão não deveria existir quando ainda posso criar, o medo é simbólico, assim como a raiva, são apenas instintos guardados por convenção, necessários, mas não agora, agora não os quero. Agora, Quero viver, sorrir, ser homem, ser sereno… 

BRUNO NORBERT DE HOLANDA